top of page

Histórias reais: brasileiros que emagreceram com Mounjaro nos EUA

  • Foto do escritor: ANGLO INTERNACIONAL LTDA
    ANGLO INTERNACIONAL LTDA
  • há 7 dias
  • 9 min de leitura

Depoimentos inspiradores e o que mudou em suas rotinas.


Morar nos Estados Unidos, trabalhar muito, comer rápido, dormir pouco… e, quando vê, a balança disparou. Se você é brasileiro(a) nos EUA, provavelmente já se identificou com essa rotina. Nos últimos anos, o Mounjaro virou um dos nomes mais comentados quando o assunto é emagrecimento e controle do diabetes tipo 2 — e com ele vieram muitas histórias de transformação, dúvidas e também frustrações.


😊 Neste texto, vamos falar de Mounjaro com os pés no chão: contar histórias de brasileiros (com nomes fictícios) que emagreceram morando nos EUA, mostrar o que mudou de verdade no dia a dia, apontar o que a ciência já sabe sobre o remédio e indicar links de depoimentos reais (em inglês) para você se inspirar.


⚠️ Importante: este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta médica. Nunca comece ou interrompa o uso de Mounjaro por conta própria.


Mounjaro: o que é e por que tantos brasileiros nos EUA estão falando dele?

Mounjaro é o nome comercial de um medicamento injetável à base de tirzepatida, aprovado nos EUA inicialmente para tratamento de diabetes tipo 2, como um complemento à dieta e ao exercício físico.


Ele age em dois hormônios importantes para controle da glicose e da fome (GLP-1 e GIP), ajudando a:

  • reduzir a glicemia (açúcar no sangue);

  • diminuir o apetite;

  • retardar o esvaziamento do estômago, fazendo você se sentir satisfeito(a) por mais tempo.


Nos últimos anos, o mesmo princípio ativo (tirzepatida) também foi aprovado pelo FDA com o nome Zepbound para tratamento de obesidade e sobrepeso com comorbidades. Na prática, isso fez crescer ainda mais a procura por Mounjaro entre pessoas que querem emagrecer — inclusive muitos brasileiros que vivem nos EUA e já lutam com peso, pré-diabetes ou diabetes tipo 2.


😊 Em estudos clínicos, pacientes com obesidade em uso de tirzepatida perderam em média até cerca de 15–20% do peso corporal em pouco mais de um ano, sempre associados a mudanças de estilo de vida.


Mas isso é a média dos estudos. Na vida real, cada história é diferente. Vamos a elas.


Como é, na prática, emagrecer com Mounjaro morando nos EUA?

Antes de entrar nas histórias, um ponto importante: os exemplos abaixo são inspirados em relatos reais de pacientes e em depoimentos publicados por clínicas e laboratórios (em inglês), mas os nomes, profissões e detalhes foram modificados para preservar a privacidade e adaptar à realidade de brasileiros nos EUA.


Não são promessas de resultado — são ilustrações do que costuma acontecer quando o remédio é usado junto com mudanças de rotina: alimentação, sono, atividade física e acompanhamento médico.


Ana, 38 anos, house cleaner em Massachusetts

Quando a Ana chegou aos EUA, começou a trabalhar como house cleaner, fazendo limpeza em 2 ou 3 casas por dia.


Com o tempo, a rotina apertada trouxe alguns “vícios”:

  • pular café da manhã;

  • beliscar salgadinhos no carro entre um endereço e outro;

  • jantar muito tarde, com comida rápida ou congelada.


Depois de alguns anos, ela já estava com IMC acima de 33, exames mostrando pré-diabetes e um cansaço constante. O médico nos EUA sugeriu mudanças no estilo de vida e considerou o uso de Mounjaro, já que ela tinha alto risco para diabetes e fazia acompanhamento regular.


O que mudou com o Mounjaro

😊 Nas primeiras semanas, o que a Ana mais percebeu não foi a balança, mas a cabeça:

  • a “vontade de comer o tempo todo” diminuiu;

  • ela conseguia almoçar uma porção menor e se sentir satisfeita;

  • parou de atacar doce à noite, coisa que fazia quase todos os dias.


Em cerca de 6 meses:

  • perdeu algo em torno de 10% do peso;

  • a cintura reduziu vários centímetros;

  • o médico suspendeu o diagnóstico de pré-diabetes, mantendo apenas o alerta para continuar cuidando da alimentação e dos exames.


⚠️ E os efeitos colaterais? Ana sentiu náuseas leves nas primeiras semanas, principalmente quando exagerava na gordura ou comia muito rápido — que são efeitos comuns relatados em estudos e folhetos de Mounjaro, ao lado de diarreia, vômitos e constipação.


Com o tempo, ajustando a dieta e fracionando melhor as refeições, os sintomas diminuíram.


Ana, 38 anos, house cleaner em Massachusetts

Carlos, 45 anos, motorista de entrega em New Jersey

O Carlos sempre brincou que “vive dentro da van”. Faz entregas o dia inteiro, come o que é mais rápido (geralmente fast-food) e, quando chega em casa, está exausto. Com histórico familiar de diabetes, ele já tinha sido alertado algumas vezes, mas só levou a sério depois que um exame de check-up mostrou diabetes tipo 2.


O médico iniciou mudanças de alimentação, um outro remédio oral e, depois de um tempo, acrescentou Mounjaro para ajudar tanto no controle da glicose quanto no peso.


Como o Mounjaro entrou na rotina dele

🚚 A maior dificuldade do Carlos era organizar a semana:

  • tomar a injeção sempre no mesmo dia;

  • lembrar de levar opções melhores de lanche na van;

  • encaixar caminhadas ou alguma atividade física.


Aos poucos, com acompanhamento, ele foi criando pequenas regras:

  • sempre aplicar Mounjaro no domingo à noite;

  • separar marmitas simples (arroz, feijão, uma carne magra, salada) para levar;

  • caminhar 20–30 minutos após chegar em casa, pelo menos 4 vezes por semana.


Em cerca de 1 ano:

  • perdeu mais de 15% do peso corporal;

  • a glicemia ficou estável;

  • a pressão arterial também melhorou;

  • ele conseguiu reduzir dose de outro medicamento, sempre sob supervisão médica.


⚠️ Mas houve um desafio importante: conforme os estudos mostram, quando o uso da tirzepatida é interrompido, muitos pacientes tendem a recuperar parte do peso e perder os benefícios metabólicos conquistados.


Por isso, no caso do Carlos, o foco foi aprender hábitos que ele pudesse manter mesmo se algum dia precisasse mudar de tratamento.


Carlos, 45 anos, motorista de entrega em New Jersey

Juliana, 32 anos, babá em Orlando

Juliana sempre foi “cheinha”, mas só passou a se preocupar mais quando começou a ter dores no joelho, muito cansaço e falta de disposição para brincar com as crianças de quem cuida. Vivendo em Orlando, cercada de opções de comida rápida e doces, ela sentia que era “quase impossível” emagrecer.


Depois de várias dietas frustradas, ela procurou atendimento em português com um médico que conhece bem a realidade de brasileiros nos EUA. No caso dela, além do excesso de peso, havia SOP (síndrome dos ovários policísticos) e resistência à insulina — um quadro em que, às vezes, o uso de medicamentos injetáveis pode ser considerado.


O que realmente fez diferença

✨ No início com Mounjaro, a Juliana perdeu peso mais rápido do que em qualquer dieta anterior. Mas o que mais chamou atenção foi a mudança de rotina:

  • passou a tomar café da manhã com proteína (ovos, iogurte grego, queijo cottage);

  • trocou refri normal por versões sem açúcar na maior parte dos dias;

  • organizou um “dia brasileiro” no fim de semana, com feijão, arroz, salada e carne — mas com porções menores e menos fritura;

  • começou a caminhar nos parques com as amigas em vez de só “ir comer fora” como lazer.


Em 9 meses:

  • perdeu cerca de 20 kg;

  • as dores nos joelhos diminuíram;

  • o humor melhorou e ela referiu menos compulsão alimentar, algo que outras pessoas também relatam ao usar tirzepatida, possivelmente por reduzir o “barulho da comida” no cérebro. Reuters+1


A grande virada foi perceber que o remédio ajudava a “baixar o volume da fome”, mas quem decidia o resto era ela: que comida escolher, quando dormir, como se organizar.


Juliana, 32 anos, babá em Orlando

Depoimentos reais (em inglês) para você se inspirar

Além dessas histórias adaptadas à realidade de brasileiros, existem muitos depoimentos reais de pacientes usando Mounjaro ao redor do mundo. Se você lê um pouco de inglês, vale a pena conhecer alguns:


Lembrando: cada pessoa tem uma história, um metabolismo, doenças associadas e contextos bem diferentes. O que funcionou para uma pessoa pode não ser seguro ou adequado para outra.


O que essas histórias têm em comum?

Quando a gente observa vários depoimentos de pacientes em uso de Mounjaro, aparecem alguns pontos em comum, tanto nos relatos em sites internacionais quanto em estudos científicos:


😊 1. Queda do “barulho da fome”Muita gente descreve que a vontade intensa de comer o tempo todo diminui. Isso facilita dizer “não” para doces, repetir menos o prato e evitar beliscos inúteis durante o dia.


🥗 2. Mudança espontânea na alimentaçãoMesmo sem seguir dieta superrestrita, muitos passam a escolher alimentos mais leves ou comer porções menores, simplesmente porque não sentem tanta fome ou ansiedade.


🚶 3. Aumento da disposição para mover o corpoCom o peso baixando e a glicemia melhor, fica mais fácil caminhar, subir escada, ir à academia ou fazer alguma atividade física.


📊 4. Melhora em outros examesAlém do peso, estudos mostram melhora de pressão arterial, colesterol, triglicérides e controle do diabetes em muitos pacientes.


⚠️ 5. Risco de reganho de peso ao parar o remédioQuando o uso é interrompido, parte das pessoas volta a ganhar peso e perde parte dos benefícios metabólicos. Por isso, o foco precisa ser também em criar hábitos sustentáveis, e não só em “tomar o remédio e pronto”.

Mounjaro não é milagre: riscos, efeitos colaterais e limites

Embora as histórias de sucesso sejam inspiradoras, Mounjaro não é um remédio “inofensivo” ou apenas estético.


Alguns pontos importantes:

  • Indicação principal: nos EUA, Mounjaro foi aprovado primeiro para diabetes tipo 2, como adjuvante à dieta e exercício.

  • Peso: a tirzepatida também pode ser usada para obesidade/controle de peso (Zepbound), mas isso precisa ser avaliado caso a caso pelo médico, considerando IMC e comorbidades.


Efeitos colaterais mais comuns

De acordo com bulas oficiais e guias de uso, são muito frequentes:

  • náusea;

  • vômitos;

  • diarreia;

  • constipação;

  • dor abdominal.


Em geral, eles aparecem mais no início ou quando a dose aumenta, e vão diminuindo. Mas, se forem intensos, podem causar desidratação e até afetar os rins — por isso, acompanhamento médico é fundamental.


Riscos mais sérios

As bulas trazem alertas importantes, incluindo risco de tumores de células C da tireoide em estudos com animais, motivo pelo qual o medicamento não é recomendado para pessoas com histórico pessoal ou familiar de câncer medular de tireoide ou síndrome MEN2.


Também há relatos, ainda que raros, de pancreatite, problemas de vesícula e reações alérgicas graves.

Por tudo isso, usar Mounjaro “porque a amiga tomou” ou comprar online sem avaliação adequada é perigoso, principalmente para quem já tem outras doenças.


Como adaptar a rotina nos EUA para potencializar os resultados

Se o seu médico avaliou seu caso e decidiu que Mounjaro é uma opção para você, o remédio vira um aliado — mas não substitui o resto. Alguns pontos práticos, pensando na realidade de brasileiros nos EUA:


🍽 1. Aproveitar a menor fome para melhorar a qualidade da comidaUse a redução do apetite a seu favor:

  • inclua mais proteína (ovos, frango, peixe, feijão, leite/derivados com menos açúcar);

  • mantenha fibras (frutas, legumes, verduras, grãos integrais);

  • reduza frituras e ultraprocessados, que costumam pesar mais no estômago e piorar náuseas.


🕒 2. Organizar a semana de trabalho

  • combine com você mesmo(a) um “dia oficial” da aplicação, sempre igual;

  • planeje marmitas ou lanches melhores (castanhas, frutas, iogurte sem muito açúcar, sanduíche simples).


💤 3. Cuidar do sonoSono ruim aumenta fome, piora o controle da glicemia e atrapalha o emagrecimento — remédio nenhum compensa noites em claro.


🤝 4. Buscar apoio emocionalMuitas pessoas usam comida para lidar com saudade, solidão, estresse do trabalho pesado nos EUA. Terapia, grupos de apoio e até conversas honestas com amigos podem ajudar a não colocar todas as fichas só no remédio.


Como a Anglo Medicine pode ajudar você nessa jornada

Como brasileiro(a) nos EUA, é comum sentir falta de alguém que explique tudo em português, com calma, considerando sua rotina de trabalho, o tipo de comida que você tem acesso, o medo de ir ao médico por causa de custo, seguro, idioma…


😊 A Anglo Medicine foi criada justamente para isso: oferecer atendimento médico e de saúde em português para brasileiros que moram nos EUA, por telemedicina, com profissionais que entendem a realidade de quem está fora do Brasil.


No contexto de Mounjaro (ou outros tratamentos para diabetes e obesidade), um acompanhamento com equipe médica pode ajudar você a:

  • entender se este tipo de medicamento faz sentido ou não para o seu caso;

  • pedir e interpretar exames de forma segura;

  • monitorar efeitos colaterais;

  • ajustar a dose de outros remédios (como insulina ou comprimidos para diabetes), quando necessário;

  • montar um plano de estilo de vida possível na sua rotina de trabalho nos EUA.


⚠️ Lembre sempre: informações de internet (inclusive este texto) servem como ponto de partida, não como receita pronta. Cada corpo, cada diagnóstico e cada história de vida precisam de um olhar individual.


Histórias reais: brasileiros que emagreceram com Mounjaro nos EUA

 
 
 

Comentários


Cópia de LOGOS (4)_edited.png

HEALTHTECH

Design sem nome (54)_edited.png
images (3).png

ANGLO MEDICINE, e uma empresa do Grupo Anglo Internacional CNPJ 39.664.177/0001-28, com sede em Florianópolis SC. BRASIL, e com Escritório nos EUA. ANGLO MEDICINE é uma empresa com foco em Atendimento de Saúde ONLINE, para brasileiros que mora fora do Brasil. Todos os Direitos Reservados. IMPORTANTE, as parcerias que ANGLO MEDICINE possui com empresas americanas são baseadas em médicos parceiros e empresa e estão sujeitas a legislação de cada estado.

bottom of page